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Demorei muito para conseguir formular esse post, mesmo sabendo que queria escrever ele já faz um tempo. Sabe quando você tem muitas ideias na cabeça, e elas são tantas que é quase que impossível formular um único pensamento (ou frase, nesse sentido) a respeito? Pois é, isso foi o que me aconteceu. Já venho avisar de antemão que TALVEZ esse post seja grande. Em parte tem haver com moda (óbvio), mas também esta muito focado em comportamento, por assim dizer. Posso ser mais específica e colocar aqui que venho falar do comportamento atual que vem me chamando a atenção e até me incomodando.


Acho que tudo começou a borbulhar dentro de mim um pouco mais de uma semana, depois de ver milhares de foto circulando na web do casamento super pomposo de Kim Kardashian e Kanye West. Parece estranho, não é? O que esse evento  pode ter em comum com o que vem me incomodando? Pois explico.
Para quem não sabe (o que acho impossível, já que ela esta em todo lugar!) Kim Kardashian faz parte de um novo tipo de cultura de massa, formada em meados dos anos dois mil e tendo como o foco shows de tv  como os realitys shows.
Parece estranho, mas os realtys shows já estão em nossas tvs a mais de uma década. Para quem não se lembra, foi ninguém menos que Paris Hilton (estranhamente, foi ela quem introduziu Kim Kardashian na mídia) que tornou esse tipo de entretenimento popular, quando o seu show The Simple Life (2003- 2007), estrelado ao lado de sua então melhor amiga Nicole Richie, se tornou um hit entre os americanos.
Esse tipo de programa se tornou conhecido porque trazia celebridades (ou no caso, sub celebridades) em situações cotidianas. Pode parecer estranho, afinal, celebridades não são muito diferente de mim ou de você sentado ai do outro lado da tela, elas apenas são mais conhecidas/idolatradas por  outras pessoas do que nós por fazerem um trabalho supostamente mais glamoroso. Porém, o simples fato de podermos nos relacionar com elas, seja porque recolhem o lixo ou porque vão ao supermercado igual a todo o resto do mundo, é algo que nos faz sentir mais próximos delas, pois podemos achar alguém bem sucedido com quem nos relacionar ou até nos inspirar.


O reality show da família de Kim, “Keeping up with the Kardashians” (2007), foi outro que se tornou um grande sucesso logo de cara (tanto é que ele esta no ar até hoje). Na época, ela era conhecida apenas como a amiga de Paris Hilton que também havia feito um sex tape. Seu pai, já falecido, era uma advogado de sucesso em Los Angeles e deixou para sua família uma vida muito confortável (claro, nada comparada ao luxo supremo que vivem hoje).
E o que falar de sua família? Sua mãe e irmãs sempre gostavam de se exibir por ai e se meter em barracos. O padrasto, um campeã olímpico, e o único irmão de Kim, Rob, eram comandado por todas as mulheres e pareciam não se importar. Em resumo, eles eram o retrato de uma família perfeita para aparecer na tv. Aliás, o reality apareceu bem na época em que a sex tape de Kim havia sido divulgada na mídia. Que timing perfeito, não?


Ao contrário do programa de Paris, o de Kim apareceu bem na época em que as redes socais estavam se popularizando (não contando o My Space) e a troca de informações estava acontecendo de cada vez mais rápida.
Os paparazzis não eram mais o nosso único meio de comunicação para se manter a par das notícia das celebridades. Agora eles competem com redes como o Facebook, Twitter e Instagram. Claro, o sucesso de celebridades iguais a Kim, e de muitas outras, ainda depende desses fotógrafos de plantão.


Graças as esses meios, somos capazes de criar a imagem que queremos que os outros tenham de nós. Seguir uma celebridade em um desses meios nos dá aqueles gostinho que fazemos parte de seu mundo íntimo que nem os paparazzis tem acesso (o mesmo ocorre quando paramos o nosso dia para assistir um reality show), e isso causa um elo de ligação com eles.  
O Instagram, para mim, é um canal a parte dos outros. Nele, postamos fotos de tudo aquilo que achamos interessante (incluindo a nós mesmos) ou do que estamos fazendo diariamente. Em resumo, ele é um Twitter, só que de fotos. É o mesmo que dizer: “Uma imagem vale mais do que mil palavras”.
Pessoas famosas como Kim e nós meros mortais (eu me incluo nisso), passamos a usar essa rede de uma forma um tanto que narcisista. Se há pessoas, como eu, que posta diariamente fotos de seus cachorros fazendo algo –aparentemente- hilariante ou de paisagens editadas com algum filtro bem estiloso; há outras, como Kim, que não cansam de postar fotos de si mesmos, sejam através das famosas “selfies” ou do OOTD (Outfit of the day).


É nesse ponto que eu começo a me incomodar. Aqui no blog posto constantemente fotos de atrizes/cantoras/mulheres que me inspiram, seja através de seu comportamento ou de seu estilo, ou dos dois. Como qualquer mulher, observo o que os outras estão usando e de vez em quando copio o que acho que combina com o meu estilo.
Admito que tenho Instagram para seguir muitas blogueiras e celebridades que acho o estilo interessante ou me identifico com sua personalidade. Por outro lado, tenho me irritado cada vez mais com essa rede. Já nem sei mais quantas contas deixei de seguir porque registravam cada momento de suas vidas “maravilhosas” como se fosse um tapa na cara dos outros que vivem uma vida um tanto que mais “pacata”. Pode até parecer um comentário um tanto que invejoso, mas a impressão que tenho é que todos levam uma vida perfeita e a minha que tem certos atritos. Porque na realidade, é isso que estamos fazendo (eu me incluo, assim como incluo a própria Kim): mostrar somente aquilo que queremos que os outros vejam. Somos hoje os únicos responsáveis pela imagem que passamos para os outros.


As pessoas nos odeiam ou nos amam a partir de uma única imagem que postamos nessas redes. Parece que não há um meio termo. O sentimento que temos por muitas celebridades é assim hoje. No meu caso, não consigo ser fã de Kim Kardashian e da cultura que tem pregado através de seu reality show.


O casamento dos “sonhos” Kardashian + West, aconteceu em um sábado, mas tomou conta das redes sociais durante quase toda a semana seguinte. Pode se dizer que foi um dos eventos mais comentado do ano (e estamos recém em junho). Entre o vestido da noiva Givenchy feito sob medida,  a locação do casamento na Itália e o almoço oferecido por Valentino ainda em Paris (onde as comemorações iniciaram), pode se dizer que essas núpcias foram dignas de uma princesa.
Sim, ao que parece foi tudo lindo e não faltaram fotos para provar como esse fim de semana foi cheio de pompa. Pipocaram diversas imagens na Instagram  das comemorações, todas oferecidas, em sua maioria, pela família e amigos de Kim.
Em diversas imagens vemos a mãe de Kim desfrutando do melhor que Paris tem para oferecer e suas irmãs fazendo suas melhores poses para mostrar seus trajes Haute Couture, enquanto no fundo pode-se ver imagens dos jardins mais exclusivos da cidade luz.


Essas imagens parecem apagar o passado das Kardashians. A sua popularidade nos EUA se deu graças aos barracos que os membros da família faziam e as relações amorosas que as três irmãs tinham, tudo sempre cercado de muito drama. Enquanto a fama da família aumentava, o seus guarda-roupas de recheavam dos principais designers e o estilo de cada uma ia se transformando.
Tanto Kim, como Khloe e Kortney (e agora também suas meias irmãs Kyle e Kendall) usam o melhor da moda, embora não pareça haver muita personalidade por trás. Elas parecem ir atrás daquilo que chame a atenção, seja pela sensualidade da peça ou pela marca a qual pertence. Muitas vezes as irmãs vão atrás do que esta mais bombando no momento e seguem certas tendências a fio.


Quando Kim começou a namorar Kanye, este mudou o seu visual por completo (e suas irmãs parecem seguir as investidas fashions de Kim como se fosse uma própria tendência ditada). Antes Kim montava look recheados de cores e comprava em diversas marcas. Com a chegada do rapper em sua vida, seu guarda-roupa passou a seguir uma paleta de cores monocromática (variando entre os tons de preto, branco e bege) e, ao que parece, só entra os atuais top designers contemporâneos do mundo da moda (tipo Balmain, Givenchy, Balenciaga, etc).
Sempre tentei não julgar ninguém, até porque, as pessoas são uma caixinha de surpresas. Entretanto, quando se trata de celebridades que nem as Kardashians, que estão constantemente na mídia e postam assiduamente nas redes sociais, fica quase que impossível na formar algum tipo de opinião a respeito delas.


O problema, para mim, é que tudo no mundo delas  é vazio, sem substancia. O que falta é personalidade e estilo, e é isso que nos torna memoráveis. Muitos admiram as Kardashians pelo seus estilo de vida extravagante, mas, o que isso contribui realmente na cultura de hoje?
Atrizes da nova geração como Jennifer Lawrence, Shailene Woodley e Emma Stone também estão em foco na mídia, mas, na grande parte das vezes, é devido suas opiniões a respeito de diferente assuntos, que vão do bulliyng ao combate ao câncer. O que menos ouvimos falar dessas atrizes é de suas vidas pessoais. Percebo que é isso que esta faltando nas redes socias: privacidade.

Por isso idolatro tanto essas mulheres. Elas usam seu poder de influencia de forma que acham certa. Elas não desejam atrair atenção para si mesmas. Afinal, elas são atrizes, não “celebridades”.  Elas adaptam a moda ao seu estilo, pois tem personalidade e não precisam provar nada a ninguém. E o mais importante, não precisam da internet para formar a imagem que desejam.


(Angelina Jolie de Versace na premiere de do seu novo filme, "Malévola", em Los Angeles)

Esse look é a cara da atriz. O vestido Versace me parece uma versão mais trabalhada de  de um outro que Angelia já havia usado há alguns anos atrás, na premiere do filme "Senhor e Senhor Smith", lembram?


Nao é identico, claro, mas, para mim, em "essência", os dois Versace tem muitas similaridades. 
Angelia  Jolie sempre soube segurar uma peça de couro e o vestido que usou essa semana nao foi diferente. Eu amei a escolha dos acessórios, dando um ar mais "bad ass" chic para o look. Acho que nao é apenas um look digno da atriz como também de sua própria personagem, Malévola. 

(A atriz francesa na premiere do filme "Saint Laurent", no Festival de Filme de Cannes) 
Acredito que o filme que Audrey Hepburn fez após “Sabrina”, em 1957, é o longa-metragem mais centrado no tema “moda” que a atriz já atuou.  Não que os outras produção das quais a atriz participou não contassem com roupas maravilhosas, afinal, quem duvidar é só lembrar que Edtih Head ganhou dois Oscars de “Melhor figurino” com os filmes “Roman Holiday” e “Sabrina. Por mais que o filme “Cinderela em Paris”(“Funny Faces”) seja apenas mais um romance – musical que a atriz fez, ele não se limita a ser inspirador apenas por causa do guarda-roupa da personagem principal.



No filme, estrelado por Hepburn e Fred Asteire, a personagem de Audrey, Jo Stockton é uma garota desengonçada e inteligente, que acha a indústria da moda e o mundo das modelos não faz o menos sentindo. Ela acaba conhecendo o fotografo Dick Avery (Fred Asteire), que, junto com  Maggie Prescot, editora da revista de moda Quality Magazine, estão a procura do próximo grande nome “hit” do cenário fashion.  O fotógrafo vê em Jo a possibilidade do próximo rosto da moda, encontrando na personagem uma elegância nada convencional através de sua falta de noção em sua própria beleza. Jo fica relutante com a proposta de Dick, mas, depois de encontra-lo em Paris, é claro, tudo muda , assim como os seus sentimentos por ele.



O musical tinha tudo para ser um fiasco, já que ele foi baseado em um musical da Broadway que na o havia feito tanto sucesso. Porém, o resultado foi outro. Cinderela em Paris acabou se tornando um dos mais icônicos filmes de Audrey Hepburn (embora não chegue aos pés de Bonequinha de Luxo ou Sabrina) e uma das mais famosas produções da década de 1950.
Além do sucesso entre críticos do cinema, o que não faltou no filme foi o apoio de profissionais do ramo da moda. Para começar, o próprio personagem de Fred Asteire, Dick Avery, foi baseado em uma das maiores lendas da fotografia de moda, Richard Avedon (Dick é diminuitivo de Richard, sacaram? Haha). O fotografo, inclusive foi contratado como consultor visual do filme e registrou a maioria das fotos da personagem de Audrey que vemos no longa.



Não sendo diferente do filme “Sabrina”, Hupert de Givenchy, é óbvio, produziu todos os trajes usados pela atriz em Paris. Depois de se tornarem íntimos amigos no longa anterior, Givenchy não apenas produzia looks para Audrey dentro da tela, como fora dela também.
O que tornou tudo mais lindo e encantador nesse longao uso de tantas cores. Esse filme foi, o que se chama de Technicolor, o primeiro da atriz. Com isso, o diretor passou a usar todos os elementos possíveis que chamassem a atenção do olhar, como balões ou o vestido vermelho que a atriz usou.  



Diferente dos outros filmes de Hepburn, esse me pareceu mais calmo e sem grandes confusões ou fofocas. A única coisa que parece certa é que a amizade de Audrey e Givenchy estava longe de ter problemas, ao contrário, só se fortalecia. O elo entre os dois mostrou sua força alguns anos depois, em um filme que se tornou um dois mais icônicos de todos os tempos. Ele não apenas mostrou o poder de Audrey e Givenchy como reinventou uma marca de forma inconsciente e a ideia do vestido preto, bem como depôs Edtih Head de seu posto como a costume designer  mais poderosa de Hollywood (da época).



(Blake Lively de Gucci, na premiere do filme "Grace of Monaco")


(A atriz usando Chanel na premiere do filme "Mr Turner")


(De Giambattista Valli para aparecer no programa de tv "Grand Journal")


(Blake vestindo Gucci Premiére na premiere do filme "Captives")

A minha ressaca pós-Globo de Ouro (não, infelizmente não pude comparecer ao after party hahaha minha ressaca é mesmo de ficar até quase 3h da manha assistindo na tv) ainda não passou. Estava até agora vendo as fotos de ontem, da festa e do after party, e sim, acreditem, mal posso esperar para a premiação do ano que vem haha!
            Com a inveçao do lindo Instagram e do Whatsapp , a espera para ver o que as atrizes (principalmente) irão usar se tornou quase que desnecessária. É só entrar no aplicativo e seguir as celebridades para saber cada passo de sua produção para a noite ou ligar no E! e ver Kelly Osbourne se gabar das mensagens que recebe de suas amigas famosas dizendo qual designer estão usando (-Ai Taylor Swift me mandou mensagem dizendo que esta usando Carolina Herrera e que é um vestido deslumbrante, diz Kelly revirando os olhos haha). Nada contra a tecnologia de hoje, sou viciada até demais no “Insta” e gosto da Kelly Osbourne e de seus cabelos lilás, mas sei lá, sinto essa exposição acaba com toda a magia do tapete vermelho (bem old school da minha parte).


(Sofia Vergara mostrando como sua vida da super star é boa e a sua nao. Beijos bitches!)

            Tirando esse meu mimimi, preciso admitir que fazia tempo que não via um tapete vermelho tão empolgante, tanto por quem compareceu quanto pela moda. Imagina estar no tapete vermelho e olhar de um lado o mudo Jared Leto (sim, sou fã e acho gato haha) e do outro Meryl Streep, além de sei lá, Julia Roberts, Tom Hanks, U2, como proceder com isso??? Sério, eu teria um infarto de tanta emoção hahaha


(Jerad Leto fazendo cara de galã chocado )

           Fiquei olhando atentamente o que cada atriz estava usando, umas me surpreenderam (no bom sentido) e outras foram bem previsíveis, como eu havia dito no post anterior (acertei o Dior da Jennifer Lawrence, um mísero ponto pra mim haha).
            Em relação as minhas previsões Jennifer Lawrence, mais uma vez “optou”  (como eu disse! Haha) por um modelo Dior Haute Couture (da coleção de outono 2013 da Maison), que, em segundos virou sensação na web e se tornou  quase que instantaneamente um meme graças ao design do vestido, que era, por assim dizer, inusitado. Muitas pessoas não gostaram desse vestido, falaram que ela apenas enrolou uma cortina em saiu de casa (criativo o povo), outros gostaram, tipo eu haha. Confesso que não amei o vestido, tinha outros muitos mais lindos na noite, mas achei que favoreceu bem as curvas da atriz e não ficou exagerado nela. Eu realmente acho que ela segurou bem o look (ou talvez seja porque eu ache ela simpática, sou dessas haha). O make escolhido foi mais dramático e as jóias (esmeraldas, creio eu) escolhidas pela sua stylist (a famosa e queridinha de muitos em Hollywood, Rachel Zoe) acrescentaram cor ao look.


(Jennifer Lawrence e o Dior da discórdia)


(Um dos memes que rolou solto na web, Ariel x Jennifer. Para mim parece mais um versão do "bicth stole my look!)

            Eu realmente acho que o motivo de eu ter gostado do vestido foi devido a personalidade da atriz. Entre a “photobomb” que ela deu na Taylor Swift e a maneira como se porta na frente dos fotógrafos/jornalistas, Jennifer mostra que tem jogo de cintura para aguentar a pressão de ser (segundo muitas fontes) a nova “queridinha da América”. Ela é autentica e acho que isso que favorece os seus looks no tapete vermelho.


(Jennifer Lawrence sendo mais uma vez diva. Photobomb em cima da Taylor Swift.)

            Infelizmente, como eu havia TENTANDO adivinhar, Julia Roberts não usou Armani, mas sim um modelo tomara que caia da grife italiana Dolce and Gabbana. O que se destacou no look foi a camisa branca acrescentada para “finalizar” a produção. Percebi que não teve muito buzz na web, mas também, a atriz nunca foi conhecida pelo seu gosto na moda ou por usar roupas sempre descoladas. Realmente não acho que ela ligue para tendências ou que se importe com o que os outros vão pensar dela. Lembrem-se bem que estamos falando de uma mulher que atravessou um tapete vermelho mostrando para que quisesse ver suas axilas peludas haha, Bom, dito isso, preciso dizer que, para Julia, achei um look interessante, que favoreceu bem a sua silhueta. Além do mais, não é a primeira vez que uma atriz aparece em uma premiação, com um dress code mais formal, usando algo fora do “convencional” (tipo a Sheron Stone no Oscar de 1998 usando uma camisa Gap).


(Julia Roberts no estilo "my way or no way")

            Agora a surpresa para mim foi Amy Adams, de Valentino. O look era simples, o make era bem delicado e feminino (como eu havia dito haha), mas ela finalmente inovou, usando um vestido de silhueta diferente das de princesa que ela tanto usou no passado. O Valentino escolhido tem um decote profundo (sexy sem ser vulgar!) e tem um variado de tons de vermelho.


(Amy Adams, que finalmente venceu um Globo de Ouro, surpreendendo com esse Valentino lindo!)

            Deixando o melhor para o final, fiquei feliz em ver que Cate Blanchett não decepcionou e apareceu linda em um Armani (da coleção de outono 2013 da grife italiana) de renda e tule e costas abertas. Para completar o look, apenas um par de brincos de diamante da Chopard (coisa bem básica). Outra atriz que eu havia comentando no post anterior e que arrasou foi a nigeriana Lupita Nyongo’o. Ela não levou o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, mas roubou o coração de muitos fashionistas de plantão com com seu vestido/capa vermelho Ralph Lauren (da coleção de primavera 2014). Por mais que eu tenha amado o look e que a cor tenho ficado deslumbrante na atriz, ainda acho que faltava alguma coisa. Esse tapete vermelho foi dominado pelo lema “menos é mais”, e muitas atrizes levaram ao pé da letra. Lupita foi uma delas, por mais que ela soube segurar o vestido (ela usou o vestido, o vestido não usou ela), acho que um anelão (bem maior do que ela estava usando) teria finalizado o look. 


(Cate Blanchett DIVA)



(Lupita com um vestido pra ser lembrado)

P.S: E as premiações só começaram, pra minha alegria. O próximo é o SAG Awards dia 19/01 (sim, apenas uma semana depois, que lindo!), sendo que ainda nessas quinta (16/01) tem o Critics Choice Awards (nao passa na tv. Matando a curiosidade pelos blogs pela web afora- thanks mais uma vez internet haha). Mas nao se preocupem, essa semana nao falo mais de Globo de Ouro. Vou ver se me interesso e faço algo sobre o SAG Awards, quem sabe!


(Benedict Cumberbatch e Michael Fassbender comemorando que a temporada de premiaçoes recém começou. E cade eu pra comemorar com eles hein? haha)

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