Mostrando postagens com marcador Karl Lagerfeld. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Karl Lagerfeld. Mostrar todas as postagens

("In order to be irreplaceable, one must always be different"- Coco Chanel)

       Ontem, uma das estilistas mais aclamada, polemica, revolucionária e amada no mundo da moda estaria fazendo -nada mais, nada menos- que 132 anos (!!!). 
        Ambiciosa e determinada , a estilista francesa nao se contentava em fazer o seu papel de mulher indefesa  imposto pela sociedade durante o final do século XIX, início e meado do século XX- que, pessoalmente, acredito que ainda exista de certa forma. Chanel era uma mulher de personalidade forte e que fazia suas própria regras. Insatisfeita com o que a moda feminina tinha a oferecer (que apresentava espartilhos apertados e roupas muito desconfortáveis) a estilista criou o que seria a primeira versao do blazer no guarda-roupa feminino: o casaco tweed. Chanel introduziu um estilo mais esportivo - mas sempre extremamente chique e feminino- para as mulheres durante o pós- guerra e que até hoje é muito admirado (e copiado). 
        É difícil nao pensar na marca Chanel e nao lembrar de peças iconicas da marca, como a bolsa 2.55, o famoso tecido tweed- que foi do blazer para as sais e vestidos - e até o perfume Chanel No. 5, escolhido por ninguém menos que Marilyn Monroe como seu preferido. Porém, é mais fácil ainda associar a marca com o sentimento de ambição e rebeldia, instaurado- de forma inconsciente (?)- por sua matriarca.    
       Acho que o estrondoso sucesso da Chanel se dá pela fato de que a estilista francesa tinha uma energia contagiante e acreditava que a moda era um fator decisivo na transformação da identidade das mulheres dentro da sociedade- bastava elas acreditarem que era possível mudar o seu papel dentro dela. Coco Chanel nos apresentou uma nova forma de ver e comprar no mercado de luxo, entretanto, acima de tudo, ela nos deu a liberdade (me refiro principalmente, a nós, mulheres) de escolher quem queremos ser, como queremos nos portar, e, é claro; o que queremos vestir. 


(Linda Evangelista em um Chanel add circa anos 1980)
*Moschino x Jeremy Scottx Katy Perry add Fall 2015 feelings .


(Naomi Campbell desfilando para a marca em 1989)


(Sex and the City e sua constante menção á marcas)

        O sucesso da marca de Chanel atravesso as décadas, sendo, hoje, considerada uma das casas de alta costura mais famosas- se nao, a mais famosa- no meio fashion. Karl Lagerfeld assumiu o posto de Coco Chanel em 1983, coletando, ao longo de um pouco mais de tres décadas, muitas seguidoras (os) fashions (incluindo muitos extremamente famosos - Hello, Hollywood!) que idolatram tudo o que o kaiser produz para a grife francesa. Quem pensa que o seu círculo social recheado de luxo e glamour for escolhido ao acaso, engana-se profundamente. Lagerfeld escolheu amigos de prestígio no mundo do entretenimento e que tem uma visao diferenciada sobre o mundo. É difícil nao relacionar os colírios do kaiser com a essência rebelde e energética de Coco Chanel. Se duvidar, é só prestar bem atenção nas personalidades das musas do estilista, como Cara Delevingne, Kristen Stewart, Florence Welch (Florence and the Machine <3), Keira Knightley e até Ines Fressange. Todas sao mulheres fortes que nao se deixam passar despercebida. Coincidência? Será mesmo?


(Kate Moss)


(Uma das musas queridinhas -e uma das mais antigas- de Karl Lagerfeld- sucessor de Coco Chanel- a atriz e cantora francesa, Vanessa Paradis)

           

(Kristen Stewart)


(Dakota Johnson, uma das mais recentes musas do kaiser, no Met Gala deste ano)


(Chloe Grace Moretz no Festival de Cinema de Cannes 2014)


(Kristen Dunst)


(Julianne Moore com um Chanel feito exclusivamente para ela no Oscar de 2015)


(Keira Knightley no Festival de Cinema de Toronto 2014)


(Diane Kruger no Met Gala 2015)


(Blake Lively no Festival de Cinema de Cannes 2014)


(Karl Lagerfeld, responsável por manter o legado e a essência de Coco Chanel vivos )
O que não falta hoje em dia é celebridade inventando novas habilidades para colocar em seu currículo. Muitos começam como ator/atriz, cantor/cantora, mas, em um piscar de olhos, já estão se auto proclamando multiprofissionais, assumindo diferentes profissões para chamar de suas, que vão de estilistas, empresários e até autor de livros.
Na minha (antiga) percepção, a maioria dessas celebridades que resolveram expandir seus horizontes, fizeram porque suas antigas (e primeiras) profissões não estavam mais os colocando no centro dos holofotes.
Ok, é um percepção um tanto que ruim, porém a maioria dos integrantes dos grupos de boyband/girlband, participantes do The Bachelor/The Bachelorette ou os Kardashians acabam se tornando apresentadores de algum programa de tv sobre música ou moda, jurados em algum tipo de concurso de talento ou lançando alguma linha de roupas ou perfumes.


Entretanto, como diria meu amigo (cof cof) Justin Timberlake, “What goes around, comes around”, a minha ideia sobre esse assunto mudou –em parte- graças a uma dupla que está a mais tempo em evidencia do que qualquer outro astro de Hollywood. Não podia ser ninguém menos que Mary Kate e Ashley Olsen (ou Gêmeas Olsen).
Semana passada as gêmeas estavam de aniversário (13/06), completando vinte e oito anos de vida e (quase) de carreira (sim!). Elas apareceram pela primeira vez na mídia aos nove meses de idade, quando assumiram o papel da fofa Michelle Tanner na série Full House (1987), e estão em evidencia desde então.


Na verdade, quando o show foi lançado, foi dito que a personagem de Michelle chamava-se Mary Kate Ashley Olsen. Os produtores da série não queriam que as pessoas que assistiam ao programa soubessem que eram gêmeas que interpretavam a irmã mais nova da família Tanner. Elas apenas foram creditas separadamente depois de algum tempo, o que, ao que parece, não mudou em nada a popularidade da personagem ou da série nos EUA. Aliás, quando as duas completaram seis anos de idade e começaram a aparecer algumas diferenças físicas entre elas, os produtores queriam tirar Ashley da série e deixar apenas Mary Kate, mas devido a protestos dos telespectadores e de John Stamos, que amavam as duas atrizes, isso não aconteceu. Conseguem imaginar Mary Kate sendo a gêmea mais famosa? Ou  ainda, Mary Kate como a única da dupla com fama? Acho que é quase impossível pensar nisso!


A série, que teve seu último episódio ao ar em 23 de maio de 1995, não significou o fim da carreira das gêmeas nem gerou dúvidas de quais seriam seus próximos planos e desafios.
Quando Full House chegou ao fim, as duas já estavam no meio de sua empreitada em construir seu imenso império. Como Michelle, as duas passaram a promover desde bonecas da personagem até linha escolar, tudo estampado com o rosto da caçula do programa. Meninas da mesma idade de Mary Kate e Ashley idolatravam as atrizes e tudo que elas tocavam virava ouro para suas fãs.


Livres da série, as duas agora poderiam trabalhar juntas em frente as câmeras. Aproveitando-se dessa ideia e do fato de terem uma grande popularidade, elas fizeram diversos filmes e lançaram muitos produtos que levavam os seus nomes, e aos poucos, foram entrando no mundo da moda.
Não que elas nunca estivessem em evidencia no cenário fashion. Afinal, em cada filme que elas faziam (seja em Londres, Paris, NY), tinham a oportunidade de explorar cada vez mais seus lados “fashions”,  desenvolvendo e experimentos diferentes estilos.
Um dos principiais motivos por tornarem as gêmeas tão populares entre as garotas adolescentes é pelo fato de que elas entendiam de garotos (claro, isso sempre em primeiro lugar haha) e de moda. Ambas sabiam de moda e a moldava para se adequar ao seus estilos. Por mais que fossem gêmeas e usassem acessórios parecidos, era fácil de diferenciar Mary Kate de Ashley, e vice-versa. Mary Kate era a mais despojada, Ashley um pouco mais contida. Eram duas personalidades diferentes, mas combinadas, formavam aquela identidade que toda garota gostaria de ter.


Mexendo com a moda em cena, levou as duas a querer mais quando as câmeras não estavam rolando. A sua primeira tentativa no mundo fashion aconteceu quando elas tinha 12 anos (!!!), através de uma linha de jeans para a rede Walmart. A vontade das duas em se envolver mais no mundo da moda não parou por ai. Entre a gravação de seus filmes, elas conseguiram arranjar tempo para desenvolver uma linha de roupas, a Olsenboye, para a rede JC Penny. Essa seria a primeira linha de roupas das gêmeas com uma pegada mais ao estilo bohemio, que é muito presente em sue dia-a-dia.


Com o tempo, o estilo das duas foram amadurecendo e uma coisa ficou certa, elas sem dúvida são trendsetters. Dificilmente seguem a moda, parece mais que é ela que tem que acompanhar o estilo de Mary Kate e Ashley. De óculos redondos gigantes, bolsas oversize e casacos de pele que fazem a PETA arrepiar os cabelos, as gêmeas adotaram um estilo que muitos passaram a chamar de homeless chic (mendigo chic). O exagero de camadas em suas roupas, muitas delas sendo as vezes duas ou três vezes os seus tamanhos, botaram as gêmeas em destaque no cenário da moda.


Aos poucos, foi possível ver muitas atrizes, cantoras e afins carregando imensas bolsas de marcas de luxo (Givenchy, Balenciaga, Chanel) e com óculos de sol gigantescos para quem quisesse ver. Muitas até tentaram imitar o estilo boho característico das gêmeas, principalmente de Mary Kate, mas poucas conseguiram dominar. As gêmeas adotaram esse estilo porque se identificaram com ele, não porque era alguma modinha da época.
As gêmeas são idênticas, porém podem ser facilmente distinguidas graças aos seus estilos.
Mary Kate, como o próprio Karl Lagerfeld chegou a mencionar, tem espírito, bom gosto e é moderna. Segundo o kaiser, ela usa Chanel de sua própria forma. Ela  parece ser a mais aventureira quando se trata do estilo boho, sempre tentando experimentar diferentes acessórios ou peças de roupas. Parece ser a gêmea mais apegada a casacos de pele e looks cheios de camadas, ela é a pioneira do estilo “homeless chic”.


Já Ashley, que é a gêmea mais discreta, tem um estilo que segue a linha do de Mary Kate, mas ela o adapta ao seu próprio gosto. Enquanto sua irmã é moderna e se arrisca, ela é clássica e gosta de looks mais editados.


Diferente de muitos astros que demoram a alcançar o tão desejado sucesso, as gêmeas conseguiram a fama quase que instantaneamente. Claro, elas não são as primeiras em Hollywood a começarem suas carreiras precocemente, mas com certeza são uma das poucas a conseguir se manter nos holofotes por tanto tempo. A profissão de atriz para elas não foi algo que desejaram, almejaram e conseguiram. Ela simplesmente faz parte de suas vidas, como se fosse algo natural. Tanto Mary Kate quando Ashley nunca tiveram a oportunidade de pensar no que realmente queriam fazer. Por um tempo, parecia que realmente ser atriz era algo que ambas gostavam de fazer, até que, aos poucos, esse vontade em atuar foi desaparecendo, e a moda teve muito a contribuir.


Sem dúvida ambas tem um gosto aguçado quando se trata de moda, e, de uma forma ou de outra, a sua fama as ajudou a se aproximarem cada vez mais do “núcleo” do universo fashion. O que não faltava eram oportunidade de conhecer novos estilistas, comprar peças de roupas e acessórios que nem todo mortal tem condição ($$$$) de ao menos um dia ver ao vivo e a cores e o mais importante, conhecer pessoas influentes que dessem um empurrãozinho para elas entrarem no caminho certo. 


Em 2006, com apenas vinte anos, as gêmeas lançaram a sua marca, The Row. No início, a objetivo da marca era criar a “t-shirt” perfeita. A marca de luxo cresceu muito rápido, e aos poucos, foi preenchendo um espaço no cenário fashion que, até pouco tempo, era inabitável. Com um design moderno e urbano, a marca The Row se tornou perfeita para aquela mulher americana (ou Nova Yorquina) que é tem um gosto contemporâneo e esta sempre a procura de roupas com um design moderno e convencional para o seu cotidiano corrido. Em outras palavras, é a essência das Gêmeas Olsen.


Não havia um única pessoa que não estivesse vibrando com essa marca. Se antes as duas possuíam uma legião de fãs adolescentes, agora, elas cresceram e estão incorporadas junto a uma gama de admiradores loucos por moda.
A marca é perfeita porque engloba os dois extremos das personalidades das gêmeas. Mary Kate é o ying, a parte criativa, e Ashley o yang, a parte administrativa. Juntando as duas personalidades, o resultado é a fórmula perfeita para o sucesso.


O estilo das duas, que passou por muitas fases, parece finalmente ter chegado ao seu ápice. Como estilistas, ambas passaram a adotar looks mais sóbrios e sem tantos acessórios, inclusive Mary Kate, que era consideradas uma das percursoras do estilo boho chic do século XIX. O look “homeless chic”, por outro lado, continua firme e forte entre as duas, as camadas de roupas ainda são presentes em seus cotidianos, assim como as bolsas de luxo, mas agora são de sua própria marca.


Uma coisa que nunca mudou é que as gêmeas não seguem nada a não ser seus instintos. Continuam sendo trendsetters, mas agora possuem uma marca para gerar mais influencia. Se antes conquistavam adolescentes, agora conquistam fashionistas.
O que gosto mais nelas é  que parecem prezar mais seus gostos pessoais do que a opinião alheia. Nem todos seus looks agradam uma gama maior de pessoas, mas é isso que parece instigar elas a continuar procurando pelo diferente e singular.  Elas podem até ter começado como atrizes, mas o que as tornou memoráveis foi o seu gosto diferencial na moda.

Créditos: Voguepedia, Olsen Anonymous, Instyle Magazine
Muitos dizem e acreditam fielmente em que os opostos se atraem. Como já  mencionei aqui, eu realmente não sou uma dessas. Essa coisa de personalidades diferentes são atraídas para balancear um relacionamento é pura invenção (pelo menos ao meu ver). Claro, não estou querendo dizer que todos os relacionamentos são assim, muitos casais fazem nós pensarmos: “O que ele viu nele?/ O que ela viu nele?”, tanto no sentido físico como pessoal. Entretanto, há alguns que você olha e percebe que foram feitos um para o outro, como se a peça perdida de seu quebra-cabeça finalmente tivesse sido achada.
Parece clichê mas é só olhar para os lados e podemos ver que é verdade. No shopping e até no parque vemos casais de todos os tipos e para todos os gostos.
Como infelizmente não podemos fazer um raio-x  completo da pessoa quando a conhecemos (imagina se desse? Seria mais fácil?), nos limitamos a avaliar sua aparência física, o modo como se porta e como se veste.
Para mim, a forma como uma pessoa se veste diz muito sobre sua personalidade. Parece bobo, mas podemos ter uma noção melhor do seu gosto musical ou até os seus hobbies favoritos. Não podemos, óbvio, se limitar a isso, as pessoas são uma caixinha de surpresas, ou, como a mãe de Forrest Gump (AMO esse filme <3) dizia “A vida é igual a uma caixa de chocolates, você nunca sabe o vai pegar.”
A minha ideia para esse post era pegar casais famosos diferentes e dar uma analisada em seus estilos e como isso pode ter influenciado suas decisões amorosas, entretanto, me deparei com uma foto de Johnny Depp e tudo mudou.


A grande maioria conhece Johnny Depp pelos seus papéis em “Edward mãos de tesoura”, como Edward, e “Piratas do Caribe”, interpretando de forma formidável o icônico Capitão Jack Sparrow.  Também é reconhecido mundialmente por ser um galã hipster entre as mulheres, que caem em bandos aos pés dele haha.
Porém, o caminho de Johnny como sensação pop (sim, ele é pop hoje) foi longa. O ator por muito tempo foi avesso ao glamour de Hollywood e um dois maiores atores rebeldes dos anos 1990 (lembrava muito o estilo de Marlom Brando e James Dean). Mesmo assim, isso não o impediu de namorar as mulheres mais lindas e famosas, que por coincidências também eram alvo da mídia.
A primeira conquista “famosa” de Johnny foi a queridinha da América dos anos 1990, a atriz Winona Ryder. Quando se conheceram, em 1989, Winona tinha apenas 17 anos, mas sua estrela, na época, brilhava mais que a de Depp (me puxei haha). Atuaram juntos em 1990 no filme “Edward mãos de tesoura” (o primeiro de muitos da longa parceria entre Johnny Depp e Tim Burton) e logo ficaram noivos.


Johnny e Winona foram denominados na época como o “casal grunge” de Hollywood, graças as suas jaquetas de couro detonadas, muitos jeans rasgados e ternos oversize. Além de um estilo totalmente virado para a moda que seria hit da década, Johnny pediu a mão de sua amada (naquele tempo haha) de uma forma nada convencional.


 Ao invés de alianças, o ator pediu a mão de Winona com uma tatuagem! Sim, para quem não sabe da história, Johnny tatuou “Winona Forever” ou “Winona para sempre“ em seu braço como um gesto de eternizar o seu amor.


Depois de quatro anos de relacionamento, o dois decidiram terminar em 1993, entretanto, a tatuagem ficou. Johnny mudou sua tattoo para “Wino Forever” ou “Bêbado para sempre” (essa história rendeu muitas piadinhas e é bastante conhecida até os dias atuais). A tatuagem pode até ter sido alterada, mas os casal Depp+ Ryder é até hoje lembrado como o casal cool no início dos anos 1990 graças ao estilos grunge que ambos adotaram na época.


Quando disse que Winona e Johnny eram o casal mais badalado NO INÍCIO da década de 90, é porque o ator conseguiu superar essa relação com uma  outra mais cool ao estilo grunge “glam” no ano seguinte. Sinto muito Sra. Ryder, mas todos esqueceram que você uma vez namorou Depp no momento em que Kate Moss apareceu em sua vida.
No ano seguinte ao término de seu namoro com a atriz, Depp conheceu Kate Moss em um restaurante em Nova York e a química foi instantânea. Na época, Kate, que tinha apenas 20 anos, já despontava como uma das principais modelos do mundo da moda, sendo um das mais cobiçadas.


A atenção que o casal recebia era muito maior que Johnny havia experimentado com Winona. A sua imagem como galã estava se concretizando graças ao seu relacionamento com Moss. Johnny era visto como o ator rebelde bonitão e Moss como a modelo sedutora e igualmente sem limites. Para a mídia, formavam o par perfeito para ser seguido e alvo das mais diferentes fofocas.
Os dois viveram um romance tórrido cheio de idas e vindas. A mídia rapidamente os denominaram de “casal grunge" (título que Johnny já havia recebido quando namorava Winona) e “casal que representou tudo o que os anos 1990 foram”.  Johnny e Kate representaram as grandes baladas dos anos 1990, as roupas oversizes, a overdose de jeans, o consumo exagerado e a liberdade que as pessoas estavam ganhando.


Kate tinha personalidade e estilo similares ao do ator. Entretanto, ao contrário de Winona, misturava muitas peças vintages com roupas de marcas (das quais desfilava), como Chanel e Alexander McQueen, criando um estilo grunge um tanto que mais sofisticado. O estilo de Kate é um dos mais influenciadores de todos os tempos. Ela não segue tendências, a modelo as faz.

(Kate Moss e sua eterna melhor amiga, Naomi Campbell, bem ao estilo Patricinhas de Beverly Hills, outro hit dos anos 1990)


Durante todo o seu relacionamento, o casal viveu entre hotéis das mais diversas cidades do mundo. O problemas começaram quando resolveram comprar uma casa juntos e a rotina veio a bater em sua porta. Viver vidas normais não era para os dois (pelo menos para os dois fazerem isso juntos),e depois de quatro anos, eles se separaram.
Johnny conheceu em seguida, no ano de 1998, a cantora/atriz francesa Vanessa Paradis. Depp, que sempre se considerou primeiramente músico, logo se encantou por Vanessa por ela dividir da mesma paixão pela música.
Muitos pensavam que Johnny estava apenas dando um tempo de sua relação com Kate Moss e que seu romance com Vanessa era passageiro. Entretanto, alguns meses depois de relacionamento, a Paradis estava grávida de um filho de Johnny. A mídia explodiu de fofocas, afirmando que esse filho ainda nem nascido era o responsável por dar um fim no casal Depp+ Moss. Johnny Depp precisou ir na mídia e defender sua namorada grávida, afirmando que jamais iniciaria uma família sem pensar muito bem no assunto.
O relacionamento de Depp com Paradis é diferente dos seus dois anteriores por diferentes razoes, mas, a principal delas foi a privacidade e reclusão que Johnny subitamente adotou.


Nao sei ao certo se Johnny havia amadurecido por ter virado pai ou simplesmente a sua relação com Vanessa era diferente de todas as outras que teve.
Vanessa Paradis fez sucesso na França quando tinha apenas 14 anos, e desde lá nunca mais parou. É musa da Chanel e de Karl Lagerfeld desde 1991 até os dias atuais, nunca faltando os desfiles da grife. Assim como Johnny Depp, seu sucesso também veio na década de 1990, entretanto, seu estilo nunca passou perto do grunge.


(Vanesse se tornou em 2009 embaixadora da marca italiana Miu Miu)

O casal Depp e Paradis era discreto e em seus quase 14 anos de união (nunca se casaram, mas sempre agiram como tal) e dois filhos, nunca se ouviu rumores a respeito dos dois ou muitas aparições públicas de ambos juntos. A maioria das aparições dos dois se dava no tapete vermelho, onde Vanessa sempre exibia looks que lembravam a década de 1920, mas com um ar moderno graças a postura dela e de sua beleza atípica.


A descrição era tamanha que, demorou alguns meses para sabermos que o casal havia se separado definitivamente, diferente de seus outros relacionamentos, onde as brigas eram públicas e a roupa suja era lavada diante da mídia.
Houve muitos rumores de que Johnny havia trocado Vanessa por Amber Heard, que trabalhou com o ator no filme “The Run Diary”. Johnny negou as alegações de que havia traído a mãe de seus filhos, entretanto, afirmou que sim, estava namorando Amber. Segundo Depp, ele começaram a namorar depois que seus relacionamento com Vanessa havia acabado (então ta né).


(Johnny Depp e Amber Heard em "The Run Diary")

Com Amber, Johnny quase que volta a suas raízes, namorando mulheres mais novas e não se importando em fazer demonstrações públicas de afeto.  Claro, em 2014 o que encontramos é um Johnny cinquentão, mais calmo e sereno. Entretanto, um rebelde que ama música, toca com Alice Cooper e ainda tem muito estilo. Seu estilo aliás, mudou muito ao longo do tempo. Hoje, Johnny está mais para hipster do que cara rebelde, lembrando muito seu personagem Jack Sparrow (ainda mais se vivesse nos dias atuais).


Johnny recentemente pediu a mão de Amber em casamento, fazendo com que a mídia se focasse mais na atriz. A atriz, que é bissexual assumida, tem um estilo californiano cool e descontraído, mas muito bem montado. Ela alterna seus looks entre um bohemio chic, ao estilo L.A com old hollywood glam.
Por vivermos em uma época em que muitas tendências se misturam, não precisamos nos manter em uma apenas para afirmar nossa personalidade. Podemos nos achar em várias, pegando detalhes de cada uma e formando um estilo só nosso. Acho que é isso que a atriz faz, mistura elementos dos anos 1950 e 1960 com tendências atuais, montando, dessa forma, o seu visual.


Acho que saio desse post mudando um pouco a minha opinião. Acho que essa “interpretação” da vida amora de Johnny Depp haha só nos faz ver que o que há na nossa vida é timing certo para as coisas acontecerem, igual a moda.

Hoje o grunge, que foi nos anos 1990 uma ferramenta para Johnny, Winona Ryder e Kate Moss de afirmação de identidade e uma forma de rebeldia dos parâmetros da sociedade, é visto como mais uma tendência para se manter iguais aos outros na sociedade. Claro, dependendo da forma como usamos dele para compor o nosso próprio estilo. É isso que é o nosso problema hoje, há tantas tendências e tantas informações hoje que nao sabemos quem somos ou com que nos relacionar.
Tecnologia do Blogger.

Blog Archive